Namorados
Não vou traçar comentários sobre o crime da semana passada, em Ipanema, que teve como vítima fatal o namorado da mãe do jogador Roger, que por sua vez namora a Déborah Secco. Fora o absurdo desta morte, o que me chamou à atenção foi o quanto mudaram os costumes de uns tempos para cá. Tanto que nos soa normalíssimo, no século 21, um casal de cinquentões serem chamados de namorados sem estranhamento por parte de ninguém. Se fosse nos anos 60, a mulher estaria condenada ou a viver sozinha ou se resolvesse arrumar alguém, seria taxada de aventureira, para não dizer coisa pior. Hoje, as coroas estão animadíssimas nas academias, dirigem seus próprios carros, namoram tanto quanto seus filhos, viajam para lá e para cá, usam roupa sexy e até são eleitas presidente.